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Poderá a tecnologia salvar o seguro de saúde?

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O estudo “Health at a Glance”, divulgado a 7 de novembro pela OCDE, revela que as famílias portuguesas têm de pagar cada vez mais para cuidar da sua saúde. Ao pagar 28% do total dos custos com a saúde, Portugal é um dos países onde o chamado out-of-pocket é mais o mais elevado e tem aumentado mais nos últimos 8 anos. Esta terminologia engloba as despesas que não são reembolsadas pelo Estado ou por um seguro de saúde ou que não são dedutíveis (nos impostos, por exemplo), bem como co-pagamentos (como as taxas moderadoras aplicadas nos serviços públicos ou nos hospitais privados quando se usam seguros ou subsistemas de saúde).

O relatório informa ainda que a despesa de saúde tem aumentado regularmente na maior parte dos países nas últimas décadas, embora o ritmo tenha abrandado a seguir à crise financeira de 2008. Mais rendimento, novas tecnologias e populações envelhecidas são os fatores que mais pesam para esta realidade. Prevê-se um crescimento médio em torno dos 2% em Portugal para os próximos anos.

A OCDE indica assim que os custos com a saúde nos países que integram a organização deverão passar dos actuais 8,8% do PIB para uns 10,2% em 2030, o que levanta preocupações de sustentabilidade.

São cada vez mais aqueles que têm seguro em Portugal

Em Junho deste ano, o total de pessoas com seguro de saúde alcançou as 2 522 862, um crescimento de 5,9% face ao período homólogo do ano passado, de acordo com os dados da APS – Associação Portuguesa de Seguradores.

O aumento do número de beneficiários acelerou face ao registado no total de 2018, altura em que se assistiu a um incremento de 3%. Analisando os últimos quatro anos, verifica-se que o maior aumento, de 37%, deu-se em seguros de saúde de grupo, tendo os individuais aumentado 17% em número de consumidores segurados. (fonte Marketeer – 30/11/2019)

Neste contexto, são cada vez mais a empresas que têm vindo a incluir planos ou seguros de saúde nos benefícios oferecidos aos colaboradores. Segundo dados da Mercer deste ano, 28% das empresas analisadas no seu estudo Total Compensation Portugal 2019 já oferecem programa de benefícios aos seus colaboradores, sendo que nesse caso, 92% dos programas incluem planos ou Seguros de Saúde.

O Estudo global da Willis Towers Watson, Tendências em benefícios 2019, confirma que em Portugal, a par com Itália, o seguro de saúde é o benefício com maior prevalência. O principal desafio que se coloca às empresas em relação a esses benefícios, segundo 80% dos participantes no estudo, diz respeito ao custo e orçamento.

Para saber se o seguro de saúde de grupo que as empresas dão aos seus colaboradores é uma regalia sustentável, a Willis Towers Watson organizou recentemente uma conferência que juntou as instâncias diretivas das principais seguradoras de saúde do país. Estiveram reunidos numa mesa redonda animada por Mariana Barbosa, editora do Jornal Eco, na ocasião da conferência Sustentabilidade dos Benefícios: José Pedro Inácio (CEO da AvanceCare), Maria João Sales Luís (Comissão Executiva da Multicare), Natália Bernardo (Senior Consultant Health&Benefits na Willis Towers Watson) e Pedro Correia (Comissão de Gestão na Médis).

A sustentabilidade dos custos

O primeiro desafio apontado por 80% das empresas inquiridas pela WTW quanto à estratégia relativa aos benefícios, diz respeito ao seu custo & orçamento.

A este respeito Pedro Correia afirma que é impossível em Portugal que o seguro de saúde pague tratamentos “milionários”, com o nível de prémio que as empresas estão dispostas a pagar. Assim, tem de se investir para evitar ter esses custos terapêuticos elevadíssimos (nde: ligados ao cancro, nomeadamente). Segundo Pedro Correia, esses investimentos devem promover planos de diagnóstico precoce dentro da empresa, que devem ser acompanhados de ações de comunicação.

Maria João Sales Luís é da opinião que não há margem para fazer planos de prevenção nas empresas já que “é uma vergonha” os capitais médios corporate que se situam em 22.000€. A solução encontrada na Multicare passa pela medicina on-line e um life style coach.

As empresas devem encarar o tema da saúde e bem-estar dos seus colaboradores como um investimento e não um custo, defende José Pedro Inácio. Trata-se de uma mudança cultural. Existem mais de 300 apps que podem auxiliar os indivíduos e as empresas na monitorização e controlo do seu bem-estar.

Na gestão do Seguro de Saúde, esta mudança de mentalidades deve ser assumida por todos, desde clientes aos seus colaboradores e promovida pelo broker afirma Natália Bernardo. Cada vez mais este último tem um papel relevante e é um consultor que informa, aconselha e apoia as empresas na tomada de decisão e numa linha estratégica de gestão do benefício além do curto prazo. Estas devem decidir se querem contratar um seguro de saúde para reembolsar as despesas correntes ou se optam por um definir um benefício que assegure a proteção da saúde e bem-estar dos seus colaboradores nas situações de maior gravidade. É preciso coragem na tomada de decisão para mudar o foco na gestão imediata para uma visão de médio/ longo prazo, por forma a que, daqui a 5/10 anos, perante os custos de tratamentos médicos que estão a aumentar, e, uma doença grave, o seguro possa responder com os capitais necessários

Em margem da conferência, o TDI foi perguntar a cada um dos intervenientes no painel: Qual no seu ponto de vista sobre a tecnologia ou a solução que impacta o mais os seguros de saúde e porquê?

Resposta dada pelo Pedro Correia de Médis

“Mais do que a tecnologia em si ou a solução tecnológica, é fundamental como é que a mesma é colocada ao serviço dos clientes por forma a gerirem a sua saúde e bem-estar. Assistimos a um movimento de maior consciencialização do bem-estar, a importância do estilo de vida e hábitos saudáveis como pilares fundamentais na prevenção e manutenção da saúde. Por um lado, a tecnologia centrada no cliente, de interoperabilidade simples e ajustada às necessidades de cada um em cada momento ditará o sucesso na utilização contínua e consistente no tempo. Por outro lado, percebemos que não é apenas uma solução tecnológica, mas sim a interligação de várias que permitirão aos clientes um conjunto vastos de serviços: telemonitorização, teleconsultas, plataformas de engagement na saúde e bem-estar, gestão de conteúdos, etc..”

Resposta dada pela Multicare:

“Acreditamos que o caminho tecnológico dos seguros de saúde passará por evitar a doença. Os wearables e a AI irão permitir que as seguradoras invistam parte do seu esforço, no incremento do nível de vida saudável dos seus segurados, transferindo parte do foco sobre a componente médica para programas promotores de uma vida saudável.

Quando os wearables que passaremos a usar e a AI começarem a debitar uma torrente de dados biológicos, será necessário ter centros médicos disponíveis e capazes para os receber e interpretar. Deixaremos de ser nós a procurar ajuda médica e serão esses Centros a nos contactar, informando que os nossos dados biológicos deixam antever uma pré doença. Esta possibilidade de deteção da doença num estádio inicial terá um impacto direto na redução dos custos e no aumento da taxa de sucesso dos tratamentos, fatores importantes para o setor segurador.”

Resposta dada pelo José Pedro Inácio de AdvanceCare:

“A digitalização dos seguros de saúde tem sido fundamental para criar valor desde o primeiro contacto com o cliente, transformando a sua experiência numa jornada simples, moderna e impactante, em vez da tradicional experiência do sector associada a demasiada burocracia e imobilismo.

Para tal, várias tecnologias tem sido fundamentais. Destaco a inteligência artificial, que nos tem permitido melhorar a nossa resposta aos clientes e parceiros além de retirar trabalho rotineiro das equipas; as API, que nos permitem ligações seguras com os nossos parceiros ao longo da cadeia de valor; a Big data, que nos permite usar dados para desenvolver e controlar os nossos modelos de negocio e, finalmente, a internet das coisas, que nos vai permitir integrar devices (por ex. wearables) de modo a podermos cuidar cada vez melhor da saúde dos nossos Clientes.”

Resposta da pela Natália Bernardo de Willis Towers Watson:

“As tecnologias estão cada vez mais presentes na vida dos beneficiários dos seguros de saúde e tomam um papel cada vez mais relevante no processo de decisão de escolha, predominantemente quando falamos de gerações que cresceram com as mesmas. As apps associadas às diferentes seguradoras deste ramo, vieram trazer uma maior proximidade do utilizador ao benefício, melhor perceção de serviço e um novo canal de comunicação. Um exemplo, é a funcionalidade de reembolso de despesas, que permite melhor eficiência administrativa, poupança de recursos e redução dos tempos de reembolso, com evidente crescimento da adesão e satisfação dos seus beneficiários. Outro serviço diferenciador existente, é o de telemedicina, onde as pessoas encontram uma alternativa que lhes confere maior acessibilidade, seja para uma consulta online, para obter uma prescrição por via desta, para um aconselhamento médico imediato, e que pode facilitar a vida das famílias evitando idas a urgências, ou diluindo, num primeiro momento, eventuais distancias geográficas que possam existir. De todo o modo, entendemos que estamos a dar os primeiros passos no potencial que as tecnologias podem aportar para a gestão deste benefício.”

Fontes:

  • Relatório Health at a Glance da OCDE, publicado a 7 de novembro e revelado pelo Jornal Expresso na sua edição de 7 de novembro;
  • Estudo Total Compensation Portugal 2019 da Mercer
  • Estudo Tendencias em benefícios 2019 da Willis Towers Watson,
  • APS, Associação Portuguesa de Seguradoras
  • Marketeer, 30/11/2019
  • Fotografias, cortesia de Willis Towers Watson

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