Google Tanslate

Select Language

Sign up and be the first to know

About Hugh Terry & The Digital Insurer

Hugh Terry & The Digital Insurer Video

Contact Us

1 Scotts Road
#24-10 Shaw Centre
Singapore 228208

Write an article

Get in touch with the editor Martin Kornacki

email your ideas at [email protected]

Pre Registration Popup

itcasia2020 Registration Popup

Share Popup

Prime Member: Find out more

Access a unique programme!
  • 56 pre recorded lesson of online content from industry experts over 7 courses
  • The best in digital insurance for practitioners and by practtioners
  • Online MCQ after each lesson
  • Join the discussion forum and make new friends
  • Certificate upon completion to show your expertise and comitment
  • 3 months to complete
  • Normal price US$1,400 Your Prime member price is US$999
  • Access to future versions included in your Prime membership!
Become a member

Prime Member: Contact Us

REach out to us. Please fill up the form below
Let us know how we can help. You can expect a response within 24 hours
Services of interest
Untitled

Arthur D. Little

Arthur D. Little has been at the forefront of innovation since 1886. We are an acknowledged thought leader in linking strategy, innovation and transformation in technology-intensive and converging industries. We enable our clients to build innovation capabilities and transform their organizations. ADL is present in the most important business centers around the world. We are proud to serve most of the Fortune 1000 companies, in addition to other leading firms and public sector organizations. For further information, please visit www.adlittle.com

FINNOVATING

Finnovating is a Matching as a service platform that enables X-Techs from all around the word to connect , collaborate and get the funding they need to grow from investors and corporations globally. The Finnovating platform is a space were the key players of the Tech industry can connect together easily and boost global Tech innovations.

SØNR

Sønr is the world’s most comprehensive source of innovation intelligence. It is a subscription platform used by some of the best known insurance companies globally.

It tracks millions of companies around the world and provides insight on the latest market trends, the startups and scaleups reshaping the industry, and intelligence on how other big insurers are innovating.

Sønr includes a suite of tools designed for teams to better collaborate and connect. From recording meetings to capturing and sharing Notes, to being able to track and share activity across the company using Watchlists and CRM boards.

The platform is backed up by a team of consultants, researchers and analysts who support clients in discovering and creating new business opportunities.

Insurtech / Fintech – Novos Ecossistemas

Ver Índice Newsletter

Afinal por onde é que essa revolução imparável chamada transformação digital nos vai levar?

Convém esclarecer que Insurtech / Fintech tem duplo significado: i) alude a tecnologia inovadora na área financeira; ii) designa empresas que usam essa tecnologia inovadora para alterar modelos de negócio / actuação (v.g. explicação na página relativa a Fintech no site do Banco de Portugal).

”Tecnologia inovadora” é uma noção gradual, subjectiva e alvo dos exageros da publicidade.
É como nos carros eléctricos – uns têm autonomia de 500 km, outros só de 50, mas todos dizem que são eléctricos. Similarmente, os casos de transformação digital no sector financeiro variam desde a utilização de inteligência artificial, APIs, IoT, blockchain… até quem ache que basta ter um site que funciona em PCs e smartphones. Divergências sobre o que é “tecnologia inovadora” irão manter-se / acentuar-se à medida que a inovação acelera e aumenta a distância digital entre o pelotão da frente e os retardatários. Este fosso tem tendência para se alargar pois o ritmo de disrupção é superior à capacidade das organizações mais lentas (“legacy”) se adaptarem à mudança.

Alguns pensarão que só as startups usam tecnologia inovadora (e.g. génios em data science que constroem modelos preditivos). Numa visão simplista, teríamos dum lado novas Insurtechs / Fintechs, ágeis, com modelos disruptivos e de grande potencial, boas competências digitais, poucos clientes e financiamento limitado; e doutro lado antigos incumbentes, cautelosos, muito regulados, com modelos estáveis e de rentabilidade limitada, competências “legacy”, muitos clientes, grandes bases de dados (porventura de qualidade sofrível) e capacidade de investimento. Porém instituições estabelecidas também podem ser inovadoras e ágeis, sobretudo quando está em jogo muito dinheiro – por exemplo no caso da negociação algorítmica nos mercados (acções, obrigações, derivados, cambial…) não foi o carácter centenário dos incumbentes que os impediu de contratarem jovens matemáticos para ganharem dinheiro via machine learning, quer os mercados subam quer desçam. Outra forma de os incumbentes atalharem caminho passa pela aquisição de competências / soluções desenvolvidas por tech startups – um caso ilustrativo é a aquisição da Maxwell Health (plataforma digital + mobile app + virtual ID) pela Sun Life Financial.

Para além daqueles dois “lados” (Insurtech / Fintech e incumbentes), há também que considerar as grandes empresas tecnológicas e de comércio electrónico (Alibaba, Alphabet, Amazon, Apple, Facebook, etc.) as quais também integram funções financeiras nas suas cadeias de valor. E detêm agilidade, inovação, competências digitais, imensos clientes, big data e músculo para investir em vários mercados. As fronteiras entre sectores (e entre países, nomeadamente na vertente financeira) estão a esboroar-se – nomeadamente a Amazon UK oferece apólices de seguro (Amazon Protect), a Apple concebeu um cartão de crédito inovador (Apple Card), o Facebook estará a equacionar uma cripto-moeda para suportar pagamentos, etc.

A visão do futuro expectável evolui rapidamente. Primeiro era mais antagónica: startups ambicionando revolucionar negócios existentes versus incumbentes encarando-as como ameaças. Actualmente muitos bancos, seguradoras e novas Insurtechs / Fintechs percebem que a colaboração é mutuamente vantajosa (parcerias, participações, incubadoras…). Tal colaboração ocorre frequentemente em segmentos específicos da cadeia de valor, potenciando a especialização da tecnologia e dos actores – por exemplo podemos identificar actores focados exclusivamente nos riscos de saúde (e.g. Carrot Health, VivaMetrica …). Além disso há também casos de concorrência e colaboração em paralelo – e.g. um banco Fintech concorre com outros bancos no seu país mas noutras geografias fornece serviços avançados de previsão de risco de crédito aos bancos locais. Em Portugal, cerca de metade das InsurTechs / FinTechs visam colaborar ou fornecer serviços / software a bancos e seguradoras existentes.

Tal como a astronomia não é a ciência que se ocupa dos telescópios, antes se ocupa do universo (embora os telescópios sejam obviamente imprescindíveis), também a transformação digital não tem por objecto as tecnologias de informação e comunicação (ICT), antes a mudança dos ecossistemas (emboras as ICT sejam obviamente imprescindíveis). “Ecossistemas” não tem aqui uma conotação tipo ecológica, designa sim novos sistemas económicos (e tecnológicos e de competências) que impactam todos: organizações (antigas e novas), colaboradores e consumidores / utilizadores. Estamos a testemunhar o aparecimento de modelos de negócio disruptivos (e.g. monetização da informação), de arquitecturas tecnológicas inovadoras (e.g. mobile 5G), de metodologias de trabalho diferentes (e.g. agile), de competências radicais (e.g. Artificial Intelligence), de organizações sociais inimaginadas até recentemente (e.g. sociedade global).

O grande desafio InsurTech / FinTech é:

  • Para as startups, traduzir, de forma recorrente, o inesgotável potencial de inovação (alavancado pelas ICT) em sucessivas disrupções dos ecossistemas, alvejando beneficiar o maior número possível de utilizadores / consumidores (TAM = total addressable market);
  • Para os incumbentes, passar a gerir o negócio em modo de mudança contínua, começando pela transição da realidade histórica (“legacy”) para novos ecossistemas e optimizando permanentemente os variados e interdependentes impactos – a nível de clientes dos segmentos alvo, propostas de valor, aspectos legais e regulatórios, parcerias de negócio, múltiplos canais de interacção, processos e organização corporativos, portfolio de activos, competências humanas (“worksource” = trabalhadores / colaboradores), plataformas tecnológicas…

Comments

Livefest 2019 Register Popup Event

Livefest 2019 Already Registered Popup Event

Livefest 2019 Join Live Logged-in Not Registered

Livefest 2019 Join Live Not Logged-in